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Imagem retirada de https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/07/surto-causado-por-parasita-que-vive-em-piscinas-preocupa-autoridades-dos-eua.html
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Um parasita microscópico (Cryptosporidium) que pode viver por dias em piscinas e causa problemas intestinais severos, está criando uma onda de contaminação nos Estados Unidos. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país publicaram, na semana passada, um relatório sobre o aumento do número de casos de infecção pelo microrganismo, que é endêmico dos EUA e é conhecido como "crypto".

Segundo informações do CDC, que analisou os episódios causados pelo parasita de 2009 a 2017, houve um aumento de 13% nos casos de criptosporidiose, doença cujo principal sintoma é diarreia aquosa e não-sanguinolenta — às vezes, em conjunto com dor abdominal, náuseas, vômito, febre e/ou perda de peso.

Ao longo da última década, houve 400 surtos de criptosporidiose nos EUA, atingindo cerca de 7,5 mil pessoas, das quais houve uma morte e a hospitalização de 200 pessoas. Trinta e cinco por cento de todos os surtos ocorreram sobretudo devido à contaminação em piscinas e locais de recreação. Contato com gado infectado totalizou 15% e transmissão por outras pessoas infectadas somou 13% dos casos.

Segundo Bobbi Pritt, co-diretora do Vector-Borne Diseases Lab Services da Mayo Clinic, fundação sem fins-lucrativos da área de serviços e pesquisas médico-hospitalares, o Cryptosporidium pode sobreviver até mesmo em água tratada, pois ele é resistente ao cloro e outros componentes químicos. O que pode ocorrer é que restos de fezes fiquem nas mãos ou nos trajes de banho, contaminando bebidas e a área de mergulho (os sintomas da criptosporidiose aparecem de 2 a 10 dias).

Pritt contou ao jornal The Washington Post que pessoas com diarreia não devem nadar em piscinas. Para realmente evitar a contaminação, no entanto, é importante evitar engolir água durante um mergulho. No caso de visitas a zoológicos e feiras, é necessário lavar as mãos após tocar nos animais e é preciso evitar levar crianças a creches quando elas estão com diarreia. Outra recomendação necessária é lavar as mãos com sabão, além de remover os sapatos antes de entrar em casa.

Fonte: Revista Galileu

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